ANS suspende planos de saúde

Cancelamento mostra a importância de atender bem o cliente de saúde

Negar-se a cobrir exames e consultas, demorar no atendimento hospitalar e de rotina. Esses foram alguns motivos que levaram a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) a suspender a venda de 35 planos de saúde.

A notícia publicada no dia 10 de março deixa claro que o órgão interrompeu os planos de sete operadoras em função de reclamações relativas à cobertura assistencial, como negativas e demora no atendimento, recebidas no 4º trimestre de 2016. A decisão entrou em vigor a partir do dia 17 de março (sexta-feira) e faz parte do monitoramento periódico realizado pela ANS pelo Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento.

“O Monitoramento é um dos instrumentos da ANS para garantir o correto atendimento aos beneficiários dentro dos prazos estabelecidos pela Agência. A medida tem se mostrado eficaz especialmente quando evitamos, por meio da suspensão, o ingresso de novos consumidores em planos que não estão atendendo seus clientes de forma satisfatória. Agindo preventivamente, alertamos as operadoras para a urgência na adoção de medidas para a melhoria da assistência prestada”, esclarece a diretora de Normas e Habilitação dos Produtos, Karla Santa Cruz Coelho, em notícia publicada no site da ANS.

Somente nos últimos dois meses de 2016, foram 16.169 reclamações recebidas pela ANS e destas, 12.946 foram consideradas para análise pelo programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento. Juntos esses planos correspondem a cerca de 230 mil beneficiários.

Ainda segundo o site da ANS, das sete operadoras com planos suspensos neste ciclo, três já tinham planos suspensos no período anterior (3º trimestre), e quatro não constavam na última lista de suspensões. Paralelamente, 10 operadoras poderão voltar a comercializar 46 produtos que estavam impedidos de serem vendidos. Isso acontece quando há comprovada melhoria no atendimento aos beneficiários. Das 10 operadoras, sete foram liberadas para voltar a comercializar todos os produtos que estavam suspensos, e três tiveram reativação parcial.

A medida é preventiva e perdura até a divulgação do próximo ciclo. Além de terem a comercialização suspensa, as operadoras que negaram indevidamente cobertura podem receber multa que varia de R$ 80 mil a R$ 250 mil.

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